quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Pontos Turísticos

Cachoeira do Paiva: como visitar um dos principais atrativos do Tepequém

A Cachoeira do Paiva é um dos atrativos mais procurados da Serra do Tepequém, em Amajari, Roraima. Saiba como chegar, o que levar e quais cuidados tomar durante a visita.

A Cachoeira do Paiva está entre os atrativos mais procurados da Serra do Tepequém, no município de Amajari, em Roraima. O local reúne queda d’água, corredeiras, formações rochosas e áreas de mata, em um cenário procurado por quem deseja fazer ecoturismo, contemplar a natureza e conhecer uma das principais paisagens do estado.

A serra fica a aproximadamente 200 quilômetros de Boa Vista e também oferece outros pontos de visitação, como mirantes, trilhas, corredeiras e antigas referências ligadas ao garimpo de diamantes. A própria Prefeitura de Amajari classifica o Tepequém como um dos destinos turísticos mais visitados do município. (amajari.rr.gov.br)

Como chegar à Cachoeira do Paiva

O acesso à cachoeira ocorre pela RR-203, a partir da Vila do Paiva, na Serra do Tepequém. O trecho entre a vila e o atrativo tem cerca de 3 quilômetros, conforme registro oficial de obras rodoviárias do Estado. Em 2025, o acesso recebeu intervenções de infraestrutura, incluindo serviços de pavimentação em parte do trajeto, segundo informações divulgadas sobre a região. (imprensaoficial.rr.gov.br)

Depois do deslocamento de carro, o visitante precisa seguir por um caminho a pé até a área da cachoeira. A descida é feita por uma escadaria com centenas de degraus e exige atenção, principalmente em períodos de chuva, quando pedras e trechos do percurso podem ficar escorregadios.

O que esperar do passeio

A Cachoeira do Paiva é conhecida por ter acesso considerado mais simples em comparação com outras quedas d’água do Tepequém. O percurso permite observar paredões rochosos, água corrente e piscinas naturais ou áreas de banho no entorno, dependendo das condições do local e do volume do rio.

O passeio costuma ser indicado para quem deseja fazer uma atividade de curta duração, mas não deve ser tratado como uma visita sem esforço físico. A escadaria exige preparo, e a circulação sobre as rochas requer cuidado. Em áreas mais afastadas da queda principal, a contratação de um condutor local pode aumentar a segurança, especialmente para visitantes sem experiência em trilhas.

O que levar

Para a visita, é recomendável usar calçados firmes, roupas leves, protetor solar, repelente, água potável e alimentos para consumo próprio. Também é importante levar uma sacola para recolher o próprio lixo, já que não se deve deixar resíduos na trilha ou nas margens do curso d’água.

Antes de sair, o visitante deve verificar as condições da estrada e da previsão do tempo. Chuvas podem alterar o volume da água, dificultar o acesso e aumentar o risco de escorregões. O banho deve ser evitado em pontos com correnteza forte, pedras instáveis ou sinalização de perigo. Crianças precisam permanecer acompanhadas por adultos durante todo o percurso.

Preservação e planejamento

A visita faz parte de uma rota de ecoturismo que inclui outros atrativos do Tepequém, como as cachoeiras do Barata e da Laje Verde, o Platô, a Pedra Mão de Deus e o Tilim do Gringo. O Ministério do Turismo também inclui a Cachoeira do Paiva entre as experiências e atrações recomendadas na rota turística da Serra do Tepequém. (gov.br)

Para aproveitar o passeio, o ideal é reservar tempo suficiente para o deslocamento, chegar durante o dia e respeitar as orientações locais. Não é necessário retirar plantas, alimentar animais ou levar pedras como lembrança. A conservação da área depende do comportamento dos visitantes e ajuda a manter a Cachoeira do Paiva acessível para moradores e turistas.